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quarta-feira, 17 de junho de 2026

SP: festival In-Edit estreia com mais de 50 documentários musicais

Exibições são gratuitas e há também transmissão online

por Sarah Quines - Repórter da Rádio Nacional

Começa nesta quarta-feira (17), em São Paulo, a 18ª edição do In-Edit Brasil, Festival Internacional do Documentário Musical, que exibe filmes sobre figuras e histórias da música nacional e internacional em várias salas de cinema da capital paulista.

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O evento, que se firmou como uma vitrine para a estreia de documentários musicais – são cerca de dez títulos inéditos nesta edição – apresenta o filme A Noite de Alaíde Costa, dirigido por Liliane Mutti, que mostra o racismo sofrido pela grande voz da bossa nova, ignorada por gravadoras e que foi excluída de uma histórica apresentação no Carnegie Hall, em Nova York, em 1962. O documentário acompanha a cantora em 2023, aos quase 90 anos, quando enfim subiu àquele palco numa reparação histórica.


O festival reúne filmes não apenas sobre artistas, bandas e gêneros musicais, como também traz documentários sobre lugares icônicos para a música, como Canecão – Tantas Emoções, de Bruno Levinson, que resgata a história do famoso palco carioca inaugurado no final da década de 1960, e que recebeu grandes nomes da música brasileira.

O diretor do In-Edit Brasil, Marcelo Aliche, destaca a diversidade de ritmos e estilos da música brasileira presentes nos mais de duzentos documentários nacionais inscritos no festival:

“A gente fica muito contente, porque o Brasil tem uma cultura muito diversa, assim, de norte a sul, a gente tem muitas maneiras de se expressar do ponto de vista musical, cultural. E dentro dessa visão, a gente realmente conseguiu colocar desde o rock aqui até o Ary Barroso. Tem filme sobre punk rock, a gente tem filme sobre artistas incríveis, como Airto Moreira e Flora Purim, Alceu Valença, a Dona Onete e até o Ezequiel Neves, que não era músico, mas produtor, jornalista, enfim, e o Ricardo Amaral, o Rei da Noite. Tem uma série de assuntos muito diversos e que de alguma maneira dá uma pequena amostra dessa grande salada cultural chamada Brasil”.


Ainda entre os títulos nacionais, estão filmes que trazem veteranos da música no Brasil, como Universo Circular - Jocy de Oliveira, dirigido por Dácio Pinheiro, que narra a história de uma figura pioneira na música eletrônica no país e que rememora sua trajetória aos quase 90 anos. Outro destaque é Pontos de Força, de Vânia Lima, que acompanha o músico de mais de 80 anos, Mateus Aleluia – um dos fundadores do grupo Os Tincoãs - por lugares sagrados do candomblé em sua terra natal, a cidade de Cachoeira, na Bahia.

Além das sessões exibidas nas salas da Cinemateca, Cine Sesc, SP Cine Paulo Emílio, SP Cine Olido, Matilha Cultural, Cine Bijou e Patuá Discos, o festival chega com uma série de atividades paralelas, como feira de vinil na Cinemateca e apresentações de Alaíde Costa, Fernanda Abreu, Odair José e das bandas Inocentes e DZK em várias casas de show da cidade - uma oportunidade de o público ver de perto artistas retratados nos documentários. Marcelo Aliche explica que a programação paralela é criada a partir dos assuntos dos filmes.

“Eu sempre brinco que a nossa função é trazer a música para dentro do cinema. E aí esse ano aconteceu de a gente levar o cinema para as casas de música. E com isso eu fico muito contente, porque não só o show, mas também os bate-papos, as conversas, os encontros, os debates que vão acontecer na Matilha Cultural, enfim, todas essas atividades aumentam o conteúdo de cada um desses documentários e permite ao público ampliar ainda mais a visão de cada um desses filmes.”

Nesta edição, o In-Edit Brasil traz mais de 100 sessões com recursos de acessibilidade, como libras, legendas descritivas e audiodescrição. Além das sessões presenciais, quem não está em São Paulo pode conferir uma parte da programação de forma online pelas plataformas Itaú Cultural Play, Sesc em Casa e SP Cine Play.

O In-Edit segue até o dia 28 de junho e todas as sessões são gratuitas, basta retirar o ingresso uma hora antes. Mais detalhes do festival estão no site.


Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Morre aos 56 anos Marjane Satrapi, autora de Persépolis

Família divulgou nota informando que a artista “morreu de tristeza"


por Alex Rodrigues Repórter da Agência Brasil


A artista franco-iraniana Marjane Satrapi morreu aos 56 anos de idade, segundo informações divulgadas, nesta quinta-feira (3), pela agência de notícias France-Presse (AFP), e logo confirmadas por pessoas próximas e autoridades francesas.


Nascida em 1969, na cidade de Rasht, no Irã, Marjane se tornou mundialmente conhecida pelo sucesso de seu romance gráfico autobiográfico Persépolis, que ela escreveu e ilustrou. Lançada na França em 2000, a história narra como sua juventude em Teerã foi marcada pela revolução que, em 1979, transformou o Irã de uma monarquia autocrática em uma república islâmica teocrática, aprofundando as desigualdades de gênero.

Além de mais dois volumes com o mesmo título e críticas à teocracia iraniana, Marjane publicou outros romances gráficos com boa aceitação de público e de crítica. Bordados, Frango com Ameixas e Mulher, Vida, Liberdade, estão à venda no Brasil.

Em 2007, Marjane dirigiu a adaptação de Persépolis para o cinema, em parceria com Vincent Paronnaud. A animação francesa recebeu o prêmio do júri do Festival de Cannes e foi indicado ao prêmio de melhor filme de animação do Oscar, concedido a Ratatouille, do estúdio Pixar. Em 2024, o jornal The New York Times elegeu Persépolis como um dos 100 melhores livros já publicados no século 21.

Em 2025, como forma de denunciar o que considerava “uma atitude hipócrita da França em relação ao Irã”, Marjane recusou-se a receber a Legião de Honra, a mais alta ordem de mérito francesa.

Desgosto

Segundo veículos de imprensa franceses, incluindo a EuroNews, a família de Marjane divulgou uma nota informando que a artista “morreu de tristeza, pouco mais de um ano após a morte de Mattias Ripa, seu marido e o amor de sua vida”.

Produtor, ator e argumentista, Ripa morreu em 8 de abril de 2025. A dor pela perda está manifesta no perfil de Marjane no Instagram: as poucas interações públicas aludem à morte de Ripa. “Perdi o amor da minha vida”, escreveu a franco-iraniana.

Tristeza

Professor associado do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o psiquiatra Octávio Domont de Serpa Júnior destacou que, apesar de, popularmente, as pessoas se referirem à tristeza, o que pode levar à morte é a depressão, que pode ser tratada.


“A tristeza é um sentimento básico que todos experimentamos algumas vezes ao longo da vida. O problema é quando esta tristeza se aprofunda e se estende por um longo tempo, tornando-se uma depressão”, disse Domont à Agência Brasil.

De acordo com as notícias, Domont avalia que o processo de luto pelo companheiro, que Marjane parece ter vivenciado de forma “bastante complicada”, pode ter-lhe afetado a disposição de viver.

“Nestes casos, a depressão, a falta de perspectiva em relação ao futuro, vai, pouco a pouco, tirando o entusiasmo da pessoa pela vida e afetando a saúde física e mental, comprometendo o autocuidado. É muito mais por aí do que meramente pela tristeza, que não é um sentimento que resulte em um desfecho tão trágico quanto este”, acrescentou Domont.

Segundo o Ministério da Saúde, a depressão é um problema médico grave, principalmente quando não é tratado. Pode ser causado por questões genéticas, bioquímicas e/ou por eventos estressores.

Entre os sintomas mais comuns estão a sensação de tristeza, autodesvalorização e sentimento de culpa; falta de energia, preguiça ou cansaço excessivo, lentificação do pensamento, falta de concentração, queixas de falta de memória, de vontade e de iniciativa; redução do interesse sexual e mudanças de apetite. O diagnóstico, contudo, leva em consideração a persistência e a intensidade de tais sintomas e só pode ser feito por um médico especialista, responsável por prescrever os remédios e terapia adequada.

Bolsas

Em fevereiro deste ano, Marjane criou uma fundação para apoiar estudantes de cinema estrangeiros em Paris. A Fundação de Cinema Mattias e Marjane Ripa-Satrapi estava ligada à Academia de Belas Artes francesa, que, hoje, lamentou a morte da artista.


“Este é o desaparecimento de uma mulher admirável, luminosa, de absoluta integridade, cuja primeira intenção desde a sua eleição para a Academia de Belas Artes foi criar uma fundação para ajudar jovens cineastas”, afirmou o secretário perpétuo da academia, Laurent Petitgirard.



Fonte Agência Brasil

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Livro Gratuito Sobre Cinema e América Latina

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O livro Cinema e América Latina: estética e culturalidade, organizado por Anelise R. Corseuil, Fabián Núñez e Karla Holanda, publicado pela editora SOCINE — Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual, entre tantos outros, está disponível de graça para download na página da SOCINE.

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Cinema e América Latina: estética e culturalidade

Os capítulos publicados neste livro são o resultado dos trabalhos apresentados no Seminário Temático Cinema e América Latina: hibridismos, debates estético–historiográficos e culturais, ocorrido nos Encontros Internacionais da SOCINE a partir de 2013, cujo objetivo principal foi discutir a produção audiovisual na América Latina, considerando suas especificidades, hibridismos e paralelismos.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Conheça os filmes mais vistos no Outro Cine em 2014

E lá se vai mais um ano. Chegamos ao fim de 2014, que não foi ano fácil. Um ano de Copa do Mundo e de eleições. O pessimismo do velho complexo de vira-latas e pensamentos que já se julgavam ultrapassados saíram do armário e deram as caras mostrando que, lamentavelmente, somos um País com uma grande parcela de pessoas com ideais reacionários. Enquanto isso, o Outro Cine, que há muito estava parado, voltou a cena.

Neste ano de retomada, o Outro Cine teve um especial de Copa do Mundo, exibindo curtas-metragens dos países participantes. Faltou só um pouquinho pra cumprir o desafio auto-imposto, uma tarefa complicadíssima pois achar filmes de alguns países foi quase impossível. Não cumpri totalmente o desafio, faltou apenas filmes dos países do grupo H. No entanto, se pensarmos que dos 32 países faltaram apenas quatro pra figurar, foi um saldo bem positivo. Prometo que ainda postarei os curtas que faltaram.

Durante as eleições, enquanto a ultra-direita vociferava preconceitos e seus máximos expoentes comandavam hordas de raivosos, reproduzindo e vomitando o ódio vindo da grande mídia, o Outro Cine não se calou. E como contribuição: Curtas que de alguma forma combatessem o ideal nefasto e saudosista da ditadura militar que se espalhou como vírus em parcela conservadora da população.

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Os CINCO mais assistidos em 2014 no Outro Cine
Foram 65 postagens nesse ano. Se considerarmos as 52 semanas que o ano tem, foi uma média de 1,25 postagem por semana. Pouco. Pouco se pensarmos no ano inteiro. No entanto, se levarmos em conta que o blog voltou em Junho, parou novamente em Agosto, com uma solitária postagem em Setembro, retomando outra vez em Novembro. Então, pensando bem, desconsiderando a postagem única do mês nove, foram só quatro meses de atividade intensa, aí a média sobe pra quatro postagens por semana. Dessas 65 postagens, 51 foram com filmes. Excelente então! Somados aos 121 que Outro Cine já contava, encerramos o ano com 172 produções, de todos os tipos e de todos os continentes.

Entre os filmes postados em 2014, vamos aos cinco mais vistos. São quatro curtas-metragens e um média-metragem. Entre os cinco, apenas um é documentário, os demais são ficções. Nenhum país se repetiu entre os top 5. Confiram abaixo de onde são essas produções campeãs de audiência no Outro Cine:

5º lugar - Alemanha com o curta-metragem Spielzeugland

4º lugar - Honduras com o curta-metragem El Profe

3° lugar - Colômbia com o curta-metragem Juego de Niños

2° lugar - Brasil com o documentário média-metragem O Complexo de Vira-Latas

1º lugar - Portugal com o curta-metragem Shadows (Sombras)


Perdeu algum desses filmes? Aproveita e clica nos respectivos títulos que ainda dá tempo de ver eles em 2014.

domingo, 28 de dezembro de 2014

Outro Cine nas Redes Sociais

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Consciente que são novos tempos na internet, que os blogs perderam força e já não atraem tanto quanto anos atrás, estou tentando correr atrás da máquina e inserir o Outro Cine em novas plataformas. Sites como o Facebook de certa forma limitaram a aventura que era navegar pela internet e passaram a amarrar internautas que preferem a segurança de conteúdos oferecidos nestas redes. Claro, ao invés de apenas lamentar é preciso se adaptar. Por isso, o Outro Cine agora está nas redes sociais mais populares, não apenas para divulgar o conteúdo do blog, mas também para estreitar laços com quem gosta de acompanhá-lo e, além disso, tentar expandir seu público.

Estar presente neste tipo de site não é bem uma novidade para o Outro Cine, que anos atrás já figurava no Orkut, em forma de comunidade; e no MySpace, aonde disponibilizava na integra as postagens do blog. O que difere é que antes eu usava meu perfil pessoal para isto, agora são páginas exclusivas do Outro Cine. Sei que isso significa aumentar em cinco vezes o meu trabalho, porém, é impossível negar que talvez seja a única forma, digamos, gratuita para propagar conteúdo. Peço gentilmente que sigam, curtam e compartilhem tudo que gostarem, pois o meu único pagamento, após passar horas a fio garimpando filmes na internet, é a satisfação de ver que existem pessoas que acompanham e valorizam o meu esforço. Se curtirem os filmes e as postagens, compartilhem e deem joinha! Tenham certeza que é algo motivador e ajuda que esta dedicação apaixonada, chamada Outro Cine, cresça. Abraços!

Yerko Herrera - editor, faz tudo e membro único do Outro Cine


O Outro Cine está presente nas seguintes redes sociais: Facebook, Twitter, Google Plus, Tumblr e Pinterest.

Para seguir e curtir

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Há 46 anos na UTI, paciente cria desenho animado

Assista abaixo a comovente matéria da Folha de São Paulo sobre Paulo Henrique Machado, paciente que está internado há 46 anos numa UTI e que decidiu concretizar o sonho de realizar uma animação.



As brincadeiras de sete crianças com paralisia infantil, que passaram a infância internadas numa UTI do Hospital das Clínicas de São Paulo, viraram mote para uma série de desenhos, criada pelo líder da turma.

Paulo Henrique Machado, 47, que vive ligado a um respirador artificial no Hospital das Clínicas desde um ano de idade, é mentor e roteirista da animação "Brincadeirantes", concluída nesta semana. A Folha revelou sua história no ano passado.

O episódio-piloto, com dez minutos, foi possível graças a um financiamento coletivo que arrecadou R$ 120 mil. Um total de 1.612 doadores colaboraram com a empreitada.

Leia mais: http://folha.com/no1563900

Informações via canal do Youtube da Folha de São Paulo

Confira aqui o primeiro episódio de Brincadeirantes

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Cinema que funciona com energia solar faz sessão ao ar livre na Lapa

por Isabela Vieira - Agência Brasil

Através de placas solares veículo armazena a energia elétrica. Cinesolar 
Os Arcos da Lapa, no centro do Rio de Janeiro, se transformam hoje (15), em cinema ao ar livre. Pela primeira vez, um dos principais pontos turísticos da cidade recebe o Cinesolar, que utiliza a energia solar para projetar filmes e é inédita no Brasil. A partir das 19h, serão exibidos o longa-metragem Saneamento Básico, de Jorge Furtado, e o curta Contos Urbanos, de Tarsilla Alves e Fernando Mamari, em pré-estreia.

Criado para rodar filmes onde o acesso ao cinema é mais difícil, o Cinesolar, chega a ao Rio, depois de percorrer mais de 60 cidades pelo país. “A ideia é levar o cinema nacional para lugares que têm precário acesso a esse bem. Passamos por muitos lugares que ou não têm sala de cinema ou, quando têm, é dentro dos shoppings, onde não passam filmes nacionais”, explicou um dos coordenadores da iniciativa, da produtora Brazuca, Marco Costa.

Já os filmes exibidos no projeto são selecionados de acordo com a temática, preferencialmente, a sustentabilidade. “Temos uma curadoria que privilegia o cinema brasileiro aliado à questão da sustentabilidade, do meio ambiente”, disse Costa, citando como exemplo o longa Saneamento Básico, uma comédia que fala sobre a construção de uma fossa. “Mas também incluímos filmes brasileiros que não tenham tido tanta visibilidade”, acrescentou o coordenador.

Todos os equipamentos de exibição, de som e as cadeiras são transportados em um caminhão adaptado com placas solares. Por meio de um conversor, o veículo armazena a energia elétrica. Desde que começou a funcionar, em junho de 2013, o projeto aproveitou 280 mil watts de energia solar, que seria suficiente para manter uma geladeira ligada por cerca de um mês ininterrupto.

Esta noite, quem for assistir ao Cinesolar na Lapa presenciará uma revoada de origamis de tsuru (passarinho da sorte, feito de papel), que simboliza a paz, e ouvirá a harpista Alice Emery, que se apresenta entre as sessões.

Fonte: EBC - Todo o conteúdo da EBC está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil exceto quando especificado em contrário e nos conteúdos replicados de outras fontes.

Inscrições para o Chilemonos, Festival Internacional de Animação

Inscrições abertas para o Chilemonos - Festival Internacional de Animação, no Chile
Edição 2015 do evento, que acontece em maio, terá o Brasil como país convidado. Inscrições podem ser realizadas até o dia 5 de janeiro


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O Chilemonos - Festival Internacional de Animação tem inscrições abertas para sua próxima edição, a ser realizada entre os dias 5 e 10 de maio de 2015, em Santiago, no Chile. O festival, que está em sua 4ª edição, tem o objetivo de difundir o gênero de animação no país. A organização do evento já adiantou que a edição deste ano terá o Brasil como país convidado.

Sobre as inscrições

Os interessados devem acessar as plataformas FilmFreeway, Festhome e Short Film Central para realizar as inscrições, gratuitas, até o dia 5 de janeiro. As cópias podem ser enviadas por via postal ou por meio de um link para visualização na internet.

Filmes brasileiros podem concorrer aos prêmios nas competições Ibero-Americana de Longas-Metragens de Animação, Internacional de Curtas-Metragens de Animação, Latino-Americana de Curtas-Metragens de Animação, Internacional de Curtas-Metragens Experimentais de Animação, Internacional de Curtas-Metragens Estudantis de Animação, Latino-Americana de Séries de Animação, e Latino-Americana de Web-Séries de Animação.

Além da exibição de filmes, o evento promove ainda uma série de atividades extras como master classes, workshops, laboratórios de projetos e conferências sobre animação e criação de personagens. Para mais informações, acesse o site oficial do Chilemonos - Festival Internacional de Animação.

Fonte: Ancine

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho ganha apoio da ANCINE na campanha por Indicação ao Oscar

"Hoje eu quero voltar sozinho" recebe apoio da ANCINE na campanha por indicação ao Oscar
Filme de Daniel Ribeiro concorre a uma vaga entre os finalistas para o prêmio de melhor filme estrangeiro

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"Hoje eu quero voltar sozinho", de Daniel Ribeiro, escolhido para representar o Brasil na disputa por uma vaga entre os finalistas da categoria Melhor Filme em Língua Estrangeira na próxima edição da premiação anual da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas - o Oscar, foi contemplado pelo Programa de Apoio à Participação de Filmes Brasileiros na Disputa pela Indicação ao Oscar da ANCINE. O valor do apoio é de R$ 150 mil para utilização em sua campanha de divulgação internacional.

Para a produtora Diana Almeida, da Lacuna Filmes, o apoio da Agência ajuda a aumentar as chances do filme alcançar a indicação na lista final: "O apoio da ANCINE será usado para arcar com os custos de exibições extras para os membros da Academia e com anúncios em revistas especializadas com as datas das exibições. Como são muitos filmes e um tempo muito curto para os membros assistirem a todos, o fundamental é conseguir se destacar e criar possibilidades para que o filme seja visto, por isso as sessões extras e os anúncios são muito importantes", afirmou ela, aproveitando pra dizer que "nas exibições que já foram realizadas, temos sentido que o filme está agradando aos membros." Além do suporte oferecido pela ANCINE, o filme recebeu apoio do Ministério das Relações Exteriores, na forma de concessão de passagens aéreas, e do Programa Cinema do Brasil, que bancou a publicação de anúncios nas revistas especializadas Variety e The Hollywood Reporter.

O filme foi escolhido como representante brasileiro na disputa pela vaga por meio de um processo seletivo organizado por uma Comissão Especial de Seleção do Ministério da Cultura e divulgado no dia 18 de setembro. Baseado no curta "Eu não quero voltar sozinho", também de Daniel Ribeiro, seu primeiro longa-metragem mostra o cotidiano do adolescente cego Leonardo, sua relação com a melhor amiga, Giovana, e seu envolvimento com Gabriel, seu colega de escola. "Hoje eu quero voltar sozinho" foi um dos contemplados na chamada pública PRODECINE 01/2012 do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e contou com um investimento de R$ 600 mil em sua produção.

Com ou sem a consagração no Oscar, "Hoje eu quero voltar sozinho" já faz uma carreira internacional de respeito. Desde sua première no Festival de Berlim, em fevereiro, o longa já acumula mais de três dezenas de prêmios em festivais internacionais, entre eles os prêmios Teddy e FIPRESCI em Berlim; o prêmio de melhor filme pelo público do Festival de Guadalajara, no México; e o prêmio de melhor direção para Daniel Ribeiro no Festival Ibero-americano de Huelva, na Espanha. O longa ainda teve seus direitos de exibição negociados com 23 países.

Fonte: Ancine

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho - Trailer Oficial

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Edital do MinC contemplará jovens Documentaristas

Edital premiará documentaristas jovens de todo o país

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A Cinemateca Brasileira, a Secretaria de Audiovisual (SAv) do Ministério da Cultura (MinC) e Universidade Federal de São Paulo (FAP-UNIFESP), em parceria com as universidades federais, estão lançando um edital que vai premiar jovens documentaristas de todo o país. Serão selecionados 10 projetos de autoria de jovens de 18 a 29 anos de idade.

Os projetos selecionados receberão um prêmio de R$ 100 mil para ser usado na produção do documentário. As inscrições podem ser feitas até o dia 27 de fevereiro de 2015 pelo endereço www.jovemdoc.org.br

Os projetos deverão contemplar aspectos relacionados à participação social e política dos jovens: inclusão, liberdade e participação do jovem na vida em sociedade; culturas urbanas, digital e cidadania; produção cultural, prática esportiva, mobilidade territorial.

Para participar, os jovens deverão se associar a uma empresa produtora registrada na Agência Nacional de Cinema (ANCINE). Os 10 documentários contemplados serão exibidos em tevês públicas e educativas. O edital será lançado em oito capitais brasileiras.

Veja abaixo o cronograma de lançamento:

Rio de Janeiro26/nov13hAuditório da Central de Produção Multimídia ECO/UFRJAvenida Pasteur, 250/fundos - Campus da Praia Vermelha/UFRJ
Belo Horizonte27/nov17hFaculdade de Educação - FAE/UFMGAv. Antônio Carlos, 6627 - Pampulha
Curitiba28/novAuditório SACOD- Setor de Arte, Comunicação e Design / UFPRRua Rua Bom Jesus, 650 - Cabral
Salvador2/dez14h30Faculdade de Educação/UFBaAv. Reitor Miguel Calmon, s/n - Vale do Canela
Brasília2/dez14hUniversidade de Brasilia - Auditório 04UnB - bloco E, Térreo - Instituto de Biologia/IB
Goiânia03/dez14hAuditório Luís Palacin Faculdade de Ciências SociaisUniversidade Federal de Goiás - Campus 2
Belém04/dez14h30Laboratório de Projeção do Anexo ao Atelier de ArtesFaculdade de Artes Visuais Rua Augusto Correa, nº 1 - Guamá
Porto Alegre05/dez19hSala Redenção - Cinema Universitário/UFRGSAv. Luiz Englert, s/ nº - Farropilha


Fonte: http://www.cultura.gov.br - Governo Federal. Licença de Uso: O conteúdo do MinC, vedado ao seu uso comercial, poderá ser reproduzido desde que citada a fonte, excetuando os casos especificados em contrário e os conteúdos replicados de outras fontes.

Após 407 curtas, Oficina que ensina Cinema na Periferia vira Livro

O que um jovem da periferia quer contar quando põe a mão na massa?

Por Redação TelaBr

Quando um jovem brasileiro tem a oportunidade de por a mão na massa e pegar em uma câmera para contar a sua história, o que ele tem a dizer? Preferem ficção ou documentário? Amor ou violência? O livro Cine Tela Brasil e Oficinas Tela Brasil: 10 anos levando cinema a escolas públicas e comunidades de baixa renda traz essas respostas e revela que, quando os jovens estão com a câmera na mão, os conflitos subjetivos são predominantes sobre as temáticas de violência e preconceito.

No ano de 2007, nasciam as Oficinas Tela Brasil, que foram idealizadas a partir da necessidade de se promover uma verdadeira transformação. O cineasta Luiz Bolognesi percebeu que, em vez de apenas assistir às histórias contadas, era importante e necessário dar a oportunidade do brasileiro comum também contar as próprias histórias em audiovisual. No primeiro ano, cinco cidades foram contempladas. As turmas eram formadas por 20 alunos cada, selecionados a partir de uma ficha de inscrição simples.

As Oficinas Tela Brasil colocaram 205 educadores em campo, atenderam a um total de 3.158 alunos, em sua maioria jovens, que produziram 407 curtas-metragens. O livro, idealizado pelos cineastas Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi após sete anos de realização de oficinas para jovens, traz a catalogação desses curtas, produzidos por mais de 3 mil jovens de baixa renda impactados pelo projeto de cinema. Um dado impressiona: das 407 produções, apenas em oito aparecem armas de fogo. Diferente dos filmes produzidos pela indústria cinematográfica, quando a periferia fala sobre ela mesma, a violência não é o tema central. “Não há nada mais revolucionário do que dar ferramentas para a expressão humana”, afirmou e acreditou Luiz Bolognesi, quando decidiu que também ensinaria o fazer audiovisual para dar espaço a tantas histórias que precisavam ser contadas pelo Brasil.

Uma das principais lições tiradas de todo trabalho realizado pela equipe coordenada pela educadora Moira Toledo e composta por Marina Santonieri e Henry Grazionli é que o cinema foi para aquelas pessoas uma chance – talvez única – de se fazerem ouvidos no contexto em que estavam inseridos. “Os alunos descobriam que, mesmo vivendo sob condições desaforáveis, podiam ter voz ativa e se fazer ouvir. Isso é definitivo para a autoestima. Não era raro ouvir um jovem dizer que aquela tinha sido a experiência mais importante da vida dele”, descreve Henry. Já Marina conta, em depoimento ao livro que “de repente” entendeu que o cinema poderia ser uma ferramenta de transformação social.

A mesma experiência, com as particularidades de cada local, foi repetida em 2014, durante a realização das oficinas, agora em Escolas Públicas do Brasil, pelo Instituto Buriti. O que os alunos querem contar quando colocam a mão na massa é o que estão vivendo e sentindo, e o que mais valorizam é justamente a possibilidade de serem ouvidos, de dizerem algo que, sem esse palco que é o cinema para eles, ninguém ouviria.

Nos sete anos do projeto, duas equipes conduziram as oficinas simultaneamente. Com visões distintas de como “alfabetizar” para o audiovisual, as equipes da Oroboros, comandadas por Moira Toledo, e da Corte Seco, por Edu Abad, fomentaram, cada uma do seu jeito, a criação e expressão dos alunos. Essas e outras histórias estão reunidas no livro sobre os 10 anos do Cine Tela Brasil e Oficinas Tela Brasil, livro será distribuído para 3 mil escolas públicas no Brasil e 500 exemplares serão vendidos na livraria do MIS-SP.

Fonte: Tela Brasil

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Cineastas Negros serão contemplados por edital do MinC

Ministério da Cultura lança edital de apoio à produção audiovisual afro-brasileira




Por Assessoria de Comunicação do MinC

A ministra da Cultura interina, Ana Cristina Wanzeler, lançou, nesta quinta-feira (13/11), na Fundação Nacional das Artes (Funarte) em São Paulo (SP), o edital "Curta afirmativo 2014: protagonismo de cineastas afro-brasileiros na produção audiovisual". As inscrições estão abertas até 30 de janeiro de 2015.

A ministra Ana Wanzeler ressaltou a importância do edital que abre espaço para a cultura negra e reafirma a força do audiovisual no país. Ela destacou, também, o fato de o edital se preocupar com o equilíbrio na distribuição dos recursos com o objetivo de estimular a produção cultural em todas as regiões do país. "Buscamos dar voz e protagonismo a produtores negros e à cultura negra, tão essenciais à nossa raiz brasileira, tão fundamentais na formação de nossa identidade como país, mas que historicamente ficaram excluídos das políticas públicas", disse a ministra.

Com investimento de R$ 3 milhões, a proposta é apoiar a produção de obras nacionais inéditas dirigidas ou produzidas por negros. A iniciativa premiará 34 obras, 21 curtas-metragens com temática livre e 13 média-metragens que abordem a cultura de matriz africana. O apoio financeiro varia de R$ 100 mil a R$ 125 mil respectivamente.

O presidente da Fundação Cultural Palmares, Hilton Cobra, destacou as iniciativas do Ministério da Cultura (MinC) voltadas à comunidade negra: "Nunca antes neste país tivemos tantos projetos contemplados, em dois anos tivemos 542 projetos beneficiados pelos editais", destacou. Também participaram do evento o diretor de Gestões de Políticas Audiovisuais da Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MiNC), João Batista Silva, o secretário da Promoção e Igualdade Racial da cidade de São Paulo, Antônio Pinto, além de representantes de associações de comunidades negras, produtores e agitadores culturais.

Inscrições - Os interessados podem se candidatar pela internet, ao acessar o sistema SALICWEB. As obras audiovisuais deverão ser inscritas por pessoas físicas autodeclaradas negras (pretos e pardos, de acordo com as categorias do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE), brasileiros natos ou naturalizados, que se apresentem obrigatoriamente como diretores ou produtores.

Para serem selecionadas, as obras passam por várias etapas de avaliação. Na habilitação, serão checados documentos, itens e informações solicitados em conformidade com exigências do edital. A Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC) constituirá comissão técnica para realizar todos os procedimentos necessários à habilitação. Após essa etapa, as obras habilitadas serão avaliadas pela Comissão de Seleção composta por, no mínimo, 3 integrantes, designados pela secretaria.

O lançamento desse edital faz parte de ações afirmativas do MinC voltadas para a população afrodescendente, como feiras, intercâmbios, prêmios e outros editais. A edição do Curta Afirmativo de 2012 teve investimento de mais de R$ 2 milhões e beneficiou 30 projetos de jovens realizadores e produtores negros.

Fonte: Ministério da Cultura 2013 - Governo Federal

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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Conheça o representante brasileiro no Oscar 2015

"Hoje Eu Quero Voltar Sozinho" é o representante brasileiro no Oscar 2015

Por Assessoria de Comunicação do Ministério da Cultura

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Hoje Eu Quero Voltar Sozinho é o escolhido pra lutar por uma vaga na categoria de filme estrangeiro do Oscar
O Ministério da Cultura (MinC) divulgou, nesta quinta-feira (18/9), na Cinemateca Brasileira, em São Paulo (SP), que "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", do diretor Daniel Ribeiro, concorrerá a uma vaga na categoria de melhor filme estrangeiro no Oscar 2015. O filme, escolhido entre 18 títulos nacionais, foi selecionado por uma comissão especial formada por cinco membros especialistas na área. A 87ª cerimônia do prêmio está marcada para 22 de fevereiro, em Los Angeles, Estados Unidos.

O anúncio foi feito pela ministra da Cultura, Marta Suplicy, logo após a reunião da comissão especial. Foram responsáveis pela escolha o diretor, produtor e roteirista Jeferson De; o jornalista Luis Erlanger, a coordenadora-geral de Desenvolvimento Sustentável do Audiovisual da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, Sylvia Regina Bahiense Naves; o presidente do conselho da Televisão América Latina (TAL), Orlando de Salles Senna e o ministro do Departamento Cultural do Ministério das Relações Exteriores, George Torquato Firmeza.

Marta Suplicy afirmou que o filme selecionado pode fazer história para o país. "A obra eleita nos oferece uma história original, roteiro bem defendido, com linguagem universal e é também uma obra de alta sensibilidade, que aborda a temática adolescente em situações extremas", afirmou. "Fico feliz com essa seleção, nos tira de situações com cara de Brasil, tem uma linguagem universal, com uma história que pode ocorrer em qualquer país, em qualquer lugar", completou a ministra.
O secretário do audiovisual do Ministério da Cultura, Mario Borgneth, também estava presente na solenidade. "As 18 obras que concorreram para representar o Brasil no Oscar espelham a intensidade e diversidade da atual produção do audiovisual brasileiro", disse.

O filme selecionado, o primeiro longa-metragem do diretor Daniel Ribeiro, narra a historia de um adolescente cego e homossexual que tenta lidar com a superproteção da mãe e sua busca pela independência. O cotidiano do jovem muda com a chegada de Gabriel, que o ajuda a descobrir mais sobre si mesmo e sua sexualidade.

Se o "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho" for indicado na categoria, será a quinta vez que o Brasil concorrerá ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Em 1963, foi o "O pagador de promessas" ; em 1994, "O Quatrilho"; em 1998 "O que é isso companheiro?" e, em 1999, "Central do Brasil"

Sucesso

No quesito audiovisual, o Brasil tem muito a comemorar. Com 129 longas-metragens, 2013 teve recorde histórico de lançamentos nacionais desde a retomada do cinema na década de 1990. Neste ano, até 27 de agosto, o número de filmes produzidos no Brasil chegou a 66.

Além de maior produção, o setor audiovisual brasileiro também cresceu em público e em faturamento de bilheteria. Ao todo, o mercado brasileiro de salas de exibição teve, naquele ano, 149,5 milhões de ingressos vendidos e renda de mais de R$ 1,7 bilhão. Os números representam alta em relação a 2012, quando foram registrados 146,4 milhões de espectadores e R$ 1,6 bilhão de renda.

A participação de público dos filmes nacionais em 2013 foi de 18,6%. O percentual também representa um acréscimo em relação a 2012. No ano passado, 10 filmes brasileiros ultrapassaram a marca de 1 milhão de bilhetes vendidos e 24 tiveram mais de 100 mil espectadores. No ano retrasado, apenas 17 obras ultrapassaram esta marca.

Veja os 18 títulos que concorreram à vaga na categoria de melhor filme estrangeiro no Oscar 2015.
  • A Grande Vitória, do diretor Stefano Capuzzi 
  • A Oeste do Fim do Mundo, do diretor Paulo Nascimento 
  • Amazônia, de Thierry Ragobert 
  • Dominguinhos, de Eduardo Nazarian, Joaquim Castro e Mariana Aydar 
  • Entre Nós, de Paulo Morelli 
  • Exercício do Caos, de Frederico Machado 
  • Getúlio,de João jardim 
  • Hoje eu quero voltar sozinho, de Daniel Ribeiro 
  • Jogo de Xadrez, Luís Antônio Pereira 
  • Minhocas, de Paolo Conti e Arthur Nunes 
  • Não pare na pista: a melhor historia de Paulo Coelho, de Daniel Augusto 
  • O Homem das Multidões, de Marcelo Gomes e Cao Guimarães 
  • O Lobo atrás da Porta, de Fernando Coimbra 
  • O menino e o mundo, de Alê Abreu 
  • O menino do espelho, de Guilherme Fiúza Zenha 
  • Praia do Futuro, de Karim Aïnouz 
  • Serra Pelada, de Heitor Dhalia 
  • Tatuagem, de Hilton Lacerda 

Fonte: Ministério da Cultura


Hoje Eu Quero Voltar Sozinho - Trailer oficial