SOMBRIO Harvey é um obscuro conto sobre a solidão
ALERTA: Pessoas demasiadamente sensíveis não devem assistir ao curta a seguir. O filme em questão é a produção australiana de horror/fantástico Harvey. Com um estilo que lembra o clássico Frankenstein, de Mary Shelley, Harvey (personagem-tema) é um homem solitário e obcecado que vê em sua vizinha a esperança de preencher o que falta em sua vida. Algumas questões que o filme já levantou por aí, tamanha polêmica, são: seria ele uma escura e mórbida metáfora da nossa solidão? Ou, um mostruário de efeitos visuais perturbadores? O horripilante curta-metragem, muito além de causar asco, pode trazer diversas reflexões. Tenha certeza que este filme o deixará dividido! Afinal, somos todos solitários, iludidos na busca de alguém (ou algo) que nos complete.
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- Harvey - 256Kb Real Media (98 MB)
- Harvey - MPEG1 (100 MB)
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- Harvey - Ogg Video (34 MB)
Sinopse
Um conto sombrio de obsessão e solidão sobre um homem que procura perfeição física e emocional. É só depois de realizar este objetivo pela coalescência forçada com sua vizinha que ele começa a entender a natureza dolorosa, insolúvel da sua obsessão.
Gênero Ficção
Diretor Peter McDonald
Elenco Lisa Angove, Nicholas Hope
Ano 2001
Duração 9'30''
Cor P&B
País Austrália


3 comentários:
Está bem claro na introdução que pessoas demasiadamente sensíveis não deveriam assistir ao curta... Me encaixo aí... Mas como li o restante do texto... Fui "obrigada" a assistir, pq fiquei curiosa, eheheh...
Chocante!!!! Horripilante... E nos faz pensar!!!!
beijãooooooooooo
É punk mesmo! Não custa avisar, né? Pois eu sei que tem gente que não curte ver esse tipo de cenas. Pessoalmente, fico mais chocado vendo o Jornal Nacional do que esse tipo de filme, pois, ficção é ficção, mentiras bem contadas, nada mais.
O que gostei mesmo é o drama metaforizado, muito bem exposto. Esses problemas existenciais mexem mais comigo do que as imagens fortes. Independente do que possa vir abalar o espectador, seja a metáfora ou a brutalidade do conteúdo, o curta é muito bom! Realmente deixa dividido. O Harvey pelo menos ficou! Hehehe!!! Bah, péssima piada!
Beijos.
Metafórico e brutal... óptimo curta... Somos sempre existencialistas e problemáticos... Mesmo que nunca admitimos...
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